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Inclusão Financeira, cenário atual e como atuar neste problema

Acreditamos em um serviço que desmistifique e esclareça as funções de cada instituição financeira e seus funcionamentos. Para isso não basta apenas adaptar a informação a um linguajar mais simples, como muitas vezes vemos acontecer.


Um estudo realizado pela FGV, medindo o comportamento financeiro das classes com menor poder aquisitivo revelou os seguintes pontos:

57% dos entrevistados possuem conta em banco, mas apenas 7% a utilizam mais de uma vez por mês. Somente 27% conseguiram poupar no último ano, e destes, 39% guardaram o dinheiro em casa. Quando o assunto é pagamento, 5% realizam operações bancárias pela internet , enquanto 68% pagam contas em Lotéricas, 10% em agências bancárias e demais formas com menores percentuais.


Ou seja, muitas pessoas sequer tem acesso a aplicativos e banklines e outras ainda não entendem como usá-los. Engana-se quem pensa que o prejuízo desta forma de conduzir a vida financeira se dá apenas no âmbito econômico. Estamos falando de horas desperdiçadas em filas e acúmulos desnecessários em agências, gerando alta demanda e consequentemente pior qualidade no atendimento, mas o principal ponto que enxergamos nisto é a falta de autonomia com o próprio dinheiro.


Este, sem dúvida, é o poder da informação. A pessoa que compreende os mecanismos do sistema financeiro e domina as ferramentas de controle do seu próprio dinheiro, com certeza tem maior liberdade e faz melhores escolhas no dia a dia.


Inclusão financeira vai muito além de saber usar a conta no banco. Trata-se de fornecer instruções para planejamento do futuro, educar a poupar parte do salário e a ter bons hábitos de consumo, reduzir o grau de endividamento, o atraso nas contas, dar acesso a uso de tecnologias e fornecer conhecimento financeiro.


Este é o impacto que queremos causar: consequências positivas que reflitam na sociedade como um todo, desde os indivíduos de uma família que terão seus dias mais práticos, acessando melhores produtos e serviços financeiros, passando pelas empresas que poderão reduzir custos operacionais e ter maior segurança ao trabalhar com menor volume de dinheiro em espécie. E, por fim, chegando ao estado, que aumentará a rastreabilidade do dinheiro, evitando assim corrupções e evasões fiscais.


Por isso não medimos esforços quando se trata de melhorar a educação financeira das pessoas, fornecendo ferramentas e estimulando hábitos econômicos saudáveis para que possamos, como grupo social, prosperar e desfrutar de melhores condições.



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