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Seria este o momento de migrar para a Renda Fixa?

Atualizado: 3 de ago. de 2022

No inicio de 2021, a taxa Selic estava em 2,00% a.a. Desde março, o Governo Federal vem adotando uma política de aumento dessa taxa, que hoje está em 7,75% a.a. Em dezembro ocorrerá mais uma reunião do Copom e a expectativa atual do mercado é de que a Selic feche o ano em 9,25% (último boletim Focus). E o que isso afeta no seu dia a dia?


Quando essa taxa sobe, os títulos atrelados à Selic e ao CDI rendem mais, a renda fixa fica mais vantajosa, a renda variável menos atrativa, os empréstimos ficam mais caros e as pessoas passam a consumir menos, com isso os preços tendem a cair. Essa é uma das formas que o Governo Federal adota para controlar a inflação (IPCA), que em 2021 já está acima do previsto. Em meados de Março, a previsão da inflação para o final de 2021 era de 4,71% a.a, hoje essa mesma previsão é de 9,33% a.a (último boletim Focus) e para os últimos 12 meses o IPCA está em 10,67% a.a.


As circunstâncias explicadas acima levam as pessoas a buscarem mais os investimentos de renda fixa. Porém, é preciso que o investidor fique atento aos seus riscos, principalmente em relação à liquidez (prazo de vencimento do título) e ao crédito (o emissor não honrar a dívida).


O cenário atual requer uma atenção maior para à liquidez e à segurança, no entanto, isso não significa que o investidor precise sair da renda variável, uma vez que a diversificação ainda é a melhor estratégia para sua carteira.


Para trazer uma diversificação estratégica é fundamental buscar auxílio de um profissional da área, que irá elaborar um planejamento adequado ao seu perfil de investidor, aos seus objetivos e ao cenário macroeconômico atual.





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